A tragédia envolvendo micro-ônibus atropela fiéis em procissão no Grande Recife completa dois anos e ainda ecoa como um sino de dor na memória da população. O acidente ocorreu na tarde do Domingo de Páscoa, 31 de março, na Avenida Barreto de Menezes, no bairro de Marcos Freire, em Jaboatão dos Guararapes.
Um micro-ônibus atropelou um grupo de fiéis que participavam de uma procissão no domingo de Páscoa (31). Ao menos cinco pessoas morreram e outras 29 ficaram feridas, segundo a prefeitura. A confirmação da quinta morte aconteceu no dia seguinte, segunda-feira (1º). O veículo, que fazia a linha 118 – Marcos Freire/Barra de Jangada, estava sem passageiros quando perdeu o controle do freio e atingiu os participantes da caminhada religiosa.
O impacto imediato da tragédia em Marcos Freire

O episódio de micro-ônibus atropela fiéis em procissão no Grande Recife deixou marcas profundas. O atropelamento aconteceu no fim da tarde, em um momento de oração coletiva, transformando fé em desespero em questão de segundos.
Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros foram acionadas rapidamente. Ainda assim, as cenas eram de caos. Pessoas feridas estavam espalhadas pela via, enquanto testemunhas relatavam o descontrole do veículo descendo a ladeira e atingindo os fiéis.

Além disso, o motorista prestou depoimento à Polícia Civil, que passou a investigar o caso. Na tarde do dia seguinte, parentes e moradores participaram de uma missa em memória das vítimas no próprio local do acidente, celebrada pelo arcebispo de Olinda e Recife, dom Paulo Jackson.
Quem eram as vítimas
Dois anos depois do caso de micro-ônibus atropela fiéis em procissão no Grande Recife, as histórias das vítimas continuam vivas na lembrança da comunidade.
- Edson Maurício Barbosa, 52 anos
- Amauri João de Lima, 68 anos
- Tereza Cristina Batista Silveira, 65 anos
- Jéssica Kelly Mendonça dos Santos, 22 anos
- Edite Maria da Silva, 51 anos
O que apontaram as investigações
As investigações sobre o caso de micro-ônibus atropela fiéis em procissão no Grande Recife concluíram que houve falha mecânica no sistema de freios. Um problema na “cuíca”, peça responsável pela frenagem, comprometeu o controle do veículo.
Além disso, foram identificadas irregularidades, como ausência de tacógrafo e práticas ilegais na operação do transporte. O motorista, o permissionário e o responsável pela manutenção foram indiciados por homicídio com dolo eventual e lesões corporais graves.
Memória, dor e reflexão
Dois anos depois, o caso de micro-ônibus atropela fiéis em procissão no Grande Recife ainda é lembrado com dor. Famílias seguem lidando com a ausência, enquanto sobreviventes carregam cicatrizes físicas e emocionais.
Por outro lado, a tragédia também trouxe reflexões importantes. A necessidade de fiscalização rigorosa e manutenção adequada de veículos passou a ser ainda mais debatida.
Um alerta que não pode ser esquecido
Relembrar o episódio do micro-ônibus atropela fiéis em procissão no Grande Recife é mais do que olhar para o passado. É manter viva a memória das vítimas e reforçar a importância da prevenção.
Assim, entre lembranças e silêncios, a cidade segue em frente. Mas carrega consigo a certeza de que histórias como essa jamais devem se repetir.
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